segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Final do Ano

Mais um ano se aproxima do final de seu ciclo vital Leva junto lembranças Detalhes Fragmentos de histórias Conquistas são comemoradas Derrotas são lamentadas Poemas, lamentos Nosso alento

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

MEUS OITO ANOS

Está na hora de ousar Tantas emoções transbordam transformam-se em lembranças de um momento que ficou para lá do agora Está além do ontem Rastros dos oito anos acompanham a minha estrada do sempre o tempo que percorre meus interiores e que testemunham histórias das minhas raízes tão enraizadas nos contos de fadas no faz de conta na fantasia Ah, que saudade do inverno europeu dos banhos de esguicho, do outono belga da alegria de viver meus ditosos oito anos!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Inspira A Ação

Hoje eu fui convidada para participar de uma comunidade de um site de relacionamento chamada "como você se inspira". Fiquei muito entusiasmada em participar já que, o meu ofício que é a escrita, se nutre e sobrevive de minhas inspirações e criações.

A arte, que tanto afeta os desafetos, sobrevive das criações, respira intuições oriundas do âmago de nossa genuina alma. Seja lá alma de poeta, de profeta, de artista ou de qualquer ser mortal. Dizem que os poetas enxergam na cegueira da visão.

Um simples caminhar pelas ruas do leblon ou pelas calçadas de copacabana, são motivos suficientes para eu me deparar com rostos humanos que registram os caminhos pelos quais os mesmos percorreram.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Sem Compromisso

Eventualmente deixo meus passos no chão. Piso onde há espaço.
Lanço um olhar ao acaso
e me acho em pedaços.
Observo e reflito.
Desinfeto a ferida.
Costuro e re-construo um
alguém que não sou.
Resgato meus passos.
Eles sempre estarão lá,
bem ali onde existo.

sábado, 7 de novembro de 2009

Reflexo

O poeta não é apenas um interlecutor de seus pensamentos e sentimentos, é também um autor, co-autor, diretor e protagonista de seus devaneios.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Choro carcerário

O meu choro é preso. Desde que sofri o segundo assalto, o meu choro é contido, abafado e curvo. Sabe, me dá trabalho chorar. Muitas vezes eu não chorei porque eu tive que ser corajosa, tive que multiplicar forças do além para sobreviver e manter acesa a crença de que havia esperança apesar do medo, da angustia, da dor ou de qualquer absurdo. A minha poesia berra que nem um bezerro sem sua mãe, a procura do leite e da esperança que o mantém vivo e saudável.

Arnaldo Jabor

Gostei muito do que li hj no jornal O Globo na coluna do Arnaldo Jabor, a respeito de blogs, twitter, orkut e outros buracos. Sempre leio Jabor pq gosto das argumentações dele. Seu bom humor e as conexões que ele faz com seu pensar que por sinal, lhe é bem peculiar, são apenas aperitivos para intelectos famintos.