Restos... restos...
Benditas as sobras.
Pegadas e que pegadas!
Marcas. Marcou.
Restaram vazios complexos.
Somos sozinhos no deserto do sempre.
Restos
Restos...
Nietzsche dizia que no mundo da arte e da filosofia, o Homem trabalha para uma imortalidade do intelecto. E eu concluo que no mundo da poesia e da arte, o Homem trabalha para uma imortalidade da alma.