domingo, 30 de dezembro de 2007

Simbiose

E derrepente você se vê no meu ser Ser meu Ser teu Ser que já não sou eu 27/12/07

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

O Tu O Nadie

Essas mãos que me guiam pelas estradas da vida Essa voz que me aconselha a acreditar no mistério da existência Esses olhos que enxergam a minha alma Se eles não existissem Eu os inventaria Igual a fantasia inventa o sonho Afinal, o que seria do Homem sem Os sonhos? 30/11/07 http://www.youtube.com/watch?v=mraMpy8glpM

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Humano, demasiadamente humano

O titulo sugere uma idéia de fragilidade do ser humano. Quando observo o Homem e analiso os mais genuínos detalhes desse ser, noto uma grande fragilidade por trás de uma armadura que a vaidade, a auto-estima, a sociedade e a cultura sustentam. Essa armadura é na verdade uma defesa, uma maneira de auto-proteção e até mesmo uma forma de perpetuar a espécie. Humano, demasiadamente humano, remete a essa noção de fragilidade do Homem e o tanto que ele é falível e por vezes, até mesmo vulnerável. É frágil porque é um animal que sente e que pensa; é domesticado e civilizado porque é inserido na sociedade. No entanto, a modernidade é marcada por uma forte tendência á individualização e algumas vezes essa individualidade trás solidão e então, esse sujeito é exposto ás mais profundas fragilidades e se dá conta de que ele não é onipotente, não é onipresente e muito menos onisciente. Ele é sim um ser em constante evolução. Humano, demasiadamente Humano. 3/12/07