segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Borbulhas Criativas de Sabão

Foi mais um dos embalos de sábado a noite pelas ruas do Leblon na companhia de queridos amigos boêmios, artistas, poetas e aspirantes. Motivos para confraternizar não faltaram. Aliás, inspirações eles tinham de sobra. De rua em rua, de bar em bar, transversal até o Diagonal, um sossego para colocar o papo em dia. Entre risos e prosas, alguém percebe a presença do cantor Fagner. Pronto! motivo para certos fãs se aproximarem. E a nossa turma por sua vez, arriscou cantarolar entre si, "Borbulhas de amor." Seguimos rumo até a livraria Letras e Expressões e lá saciamos estômagos famintos. Após o efeito de algumas doses de tequila, uma amiga querida incorporou a personagem de uma bonequinha meiga e brincalhona que dizia "tchu plec tchu plin". Para a nossa surpresa, ela trazia em sua farta bolsa, tubos de bolinhas de sabão. Foi nesse clima que assopramos as bolinhas de sabão que alcançavam até o teto da cafeteria da livraria. Ainda nesse cenário de descontração, interagimos com as pessoas que encontravam-se na mesa ao lado e a tendência da interação inclinou-se para os devaneios poéticos. Foi nesse cenário que o rumo da nossa madrugada foi se esticando até alcançarmos o destino pré-final. A cena seguinte ocorreu na Padaria Rio Lisboa, onde gozamos de um gostosinho e singelo café com leite e pão na chapa. Tivemos a compania de outro amigo que é uma figuraça e que também perambulava madrugada adentro. Em seguida voltei para a minha home, sweet home, providenciei o meu título de eleitor, exerci o meu direito e obrigaçao de cidadã. Outra vez de volta à casa, tomei outro café da manhã e dormi muito. Quando desperta novamente, minha mente fervorosa de idéias e inspirações tinha cede de papel, caneta, letrinhas e tchu plac tchu plin... http://www.youtube.com/watch?v=kBy2asyWBDY

sábado, 25 de outubro de 2008

Vaidade que Ofusca

Observo o teu jeito, sem jeito, tua expressão regada de emoção que teme uma aproximação Capto a tua situação. Sinto o teu mal -estar, encaro a tua audácia que me fere, que interfere na atmosfera, tua ambiguidade, tua vaidade que te ofusca. Teu encanto já não me impressiona tanto. Vejo o teu desconforto, enxergo o teu olhar, que tenta disfarçar, mas não há como negar: você adentrou mares os quais não sabe navegar. A tendência é você se afundar e o seu valor, eu não mais considerar. 24/10/2008

Empiezo otra vez

Empiezo otra vez Tu mirada me hace retroceder por unos cuantos segundos. El recuerdo de tus labios me ata al pasado. Me hacen tomar pasos lentos y pausados. Hora tras hora me paso mirando tus ojos que alguna vez me deseaban. Hasta cuando? Hasta que punto la vida va dejar avanzar? Yo se la respuesta y esta en la palma de mis manos. Solamente tengo que tomar tus labios y tus miradas desvanecidas para poder guardarlas en un espacio olvidado de mi corazón. No lo puedo negar, Siempre estarán conmigo solamente tomaran una forma distinta. Empiezo otra vez. Me despido de ti pero no de mi pasado. Ana Sofia Pearse (amiga mexicana muy querida) 2008-10-24

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

EMBALOS NOTURNOS

Tenho andado por uns badalos
Testemunhado alguns fatos.
Vozes de um lado, goles do outro.
Seres em busca de comunicação.
Alguns mais desajeitados,
outros mais ousados.
Peculiaridades à parte,
alguns não disfarçam.
Ado-ado, cada um
em seu quadrado.
Lá vem o pavão exibindo
suas plumas, ele é capaz
de qualquer coisa para chamar a atenção.
Um escorregão, um gole de bebida no chão,
quem sabe um motivo para uma aproximação.
Olhares curiosos, paqueras.
Cada um se solta
da maneira que
gosta.
21/10/08

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

ASFALTO

Caminho pelas ruas,
atravesso calçadas
reconheço pegadas.
Pisadas no asfalto,
passos largos,
Passos finos.
Há sempre um caminho
Até o destino.
Pessoas chegando agora,
pessoas indo embora.
Rostos expressivos
que registram os territórios
Por onde andaram.
Pedrinhas que rolam
pelo chão
a cada passo
que alguém percorre.
Encontros ao acaso,
abraços apertados.
Vestígios pelos caminhos,
registros indo e vindo.
16/10/2008

domingo, 12 de outubro de 2008

SALA DE ESTAR INTÍMA

O passageiro do meu EU em harmonia com os transeuntes da minha alma Meu tempo é quando Meu instante é atemporal a qualquer pensamento no espaço de mim mesma 11/10/2008

SABEDORIA (Argumento Poético)

Nada mais atraente do que um argumento com doçura Uma sedução que instiga a fantasia Murmúrios de alegria Envolvimento com
ternura Rimas e muita Poesia 11/10/2008