quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Encontro

Te proponho um passeio pelo bosque caminhadas na areia noites de luar Brisa no rosto calafrio na alma repouso no cais Te proponho Sentimentos Abissais 4/2/2009

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

RASTROS NA AREIA

Brisa no rosto calafrio na alma. Quero essa tua poesia tua língua na minha. Maresia na derme espuma na epiderme Boca minha, lábios teus Paladar nosso . Como a onda você me deixa num imenso vai-e-vem 2/2/2009 por Mariana Junqueira sempre

sábado, 3 de janeiro de 2009

Bucólico

Esse meu jeito bucólico de sentir De pensar e de ser Quanta riqueza tenho guardada em meu ser Contemplo o singelo, o simples O que há de belo e poético A pureza que há na sabedoria De um ser, é o meu maior prazer 2/1/2008

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

DIÁLOGO COM A SOLIDÃO

Me deparo com a realidade gritante de como as pessoas temem a solidão. Por que será que alguns não se satisfazem com sua própria companhia? será apenas pelo simples fato de o Homem ser um ser civilizado e com o instinto de formar grupos e colônias e, sendo assim, realizar seus desejos e colocar em prática seu instinto de cooperação? Teriam essas questões todas a ver com a perpetuação da espécie? Já que nascemos sós e morreremos sós , e tão somente no intervalo desses atos é que nos socializamos, por que a solidão ainda é tão temida pelo Ser Humano? Observo verdadeiros marionetes da modernidade se sacrificando em relacionamentos doentios e maléficos, apenas por temer o enfrentamento da solidão. Me pergunto se o estar só é tão aterrorizante como alguns afirmam. Perecebo, também, outro tipo de pessoas: são aquelas profundamente carentes e que até anulam a sua essência para se sentirem pertencidos a um ambiente ou grupo. Alguns até impõem essa condição. Afinal, a solidão é mesmo um constante combate com a nudez da alma. 25/12/2008

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

CAPITAL DA ESPERANÇA

Da janela da minha vida reencontro Brasília, do Planalto Central até a Catedral. A cidade me inspirou A crer no meu lado imortal. Da Asa Sul ao Lago Sul o céu azul, um caminho percorrido: Águas Claras e Planaltina. Brasília, uma história construída
de emoções vividas. O tempo que percorre meus interiores e que testemunha histórias
das minhas raízes tão arraigadas
nessas verdes matas.
Do cerrado e bucólico
tenho prazer em pertencer a esse Centro Oeste,
que se veste do precário ao singelo
e do singelo ao sofisticado.
O que importa são essas tais raízes
que, algumas vezes adormecidas,
sonham acordar de sonhos vívidos.
17/12/2008

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Devaneios de uma poetisa

Coisas precisam mudar na minha vida. Certas coisas. Aliás, muita coisa. Creio que estou dando passos de formiga mas estou conseguindo e enquanto isso, desejos, sonhos e fantasias transitam pela minha cabeça. O café na chícara, a mesa de vidro repleta de livros e alguns objetos por cima. Ruídos de colheres mexendo o café para equilibrar a quantidade de açúcar no fundo da chícara. De gole em gole, um sabor e uma sensação. Tudo é uma questão de sensibilidade, tato e reflexão. O poeta não é apenas um interlocutor de seus pensamentos e sentimentos, ele é também um autor, co-autor, diretor e protagonista de seus devaneios. 3/12/2008

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Eres tu

Como suave brisa eres tu Como una mañana de verano Como una sonrisa eres tu Asi Asi, como el agua de mi Fuente que llena mi corazón Como un poema soy yo 14/11/2008