sábado, 21 de março de 2009

Crio-a ação

Continuo pertecendo a mim mesma. Admiro cores de Frida Khalo, ainda moro em mim: Gosto de arte, faço arte. Observo o artista. Ouço música, crio melodias, toco a música: O som me Toca. Leio poemas, escrevo poéticamente: Respiro poesia. Eu ando pelo mundo e vejo cores. Escuto vozes, ruídos, exponho o meu modo. Eu gosto. Minha alegria, meus medos, meus desejos, os crio

quinta-feira, 12 de março de 2009

Sentidos

Transfere para o meu corpo Os seus sentidos para eu sentir A sua pele O seu cheiro O seu suspiro A sua pele me aquece O seu cheiro me enfeitiça O seu suspiro me dá prazer Quando estou com você Eu não quero me afastar O seu cheiro é um verdadeiro Bálsamo para a minha fantasia 12/3/2009 Por Mariana Junqueira- sempre

segunda-feira, 9 de março de 2009

EU SOU

Refém dos teus olhos amendoados Do teu olhar penetrante Dos teus cabelos longos Do teu abraço aconchegante Do teu charme não Pré meditado Sou refém sim Do teu tipo esguio E elegante Esse tipo exótico É dele que eu gosto 9/3/2009
por Mariana Junqueira - sempre

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Encontro

Te proponho um passeio pelo bosque caminhadas na areia noites de luar Brisa no rosto calafrio na alma repouso no cais Te proponho Sentimentos Abissais 4/2/2009

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

RASTROS NA AREIA

Brisa no rosto calafrio na alma. Quero essa tua poesia tua língua na minha. Maresia na derme espuma na epiderme Boca minha, lábios teus Paladar nosso . Como a onda você me deixa num imenso vai-e-vem 2/2/2009 por Mariana Junqueira sempre

sábado, 3 de janeiro de 2009

Bucólico

Esse meu jeito bucólico de sentir De pensar e de ser Quanta riqueza tenho guardada em meu ser Contemplo o singelo, o simples O que há de belo e poético A pureza que há na sabedoria De um ser, é o meu maior prazer 2/1/2008

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

DIÁLOGO COM A SOLIDÃO

Me deparo com a realidade gritante de como as pessoas temem a solidão. Por que será que alguns não se satisfazem com sua própria companhia? será apenas pelo simples fato de o Homem ser um ser civilizado e com o instinto de formar grupos e colônias e, sendo assim, realizar seus desejos e colocar em prática seu instinto de cooperação? Teriam essas questões todas a ver com a perpetuação da espécie? Já que nascemos sós e morreremos sós , e tão somente no intervalo desses atos é que nos socializamos, por que a solidão ainda é tão temida pelo Ser Humano? Observo verdadeiros marionetes da modernidade se sacrificando em relacionamentos doentios e maléficos, apenas por temer o enfrentamento da solidão. Me pergunto se o estar só é tão aterrorizante como alguns afirmam. Perecebo, também, outro tipo de pessoas: são aquelas profundamente carentes e que até anulam a sua essência para se sentirem pertencidos a um ambiente ou grupo. Alguns até impõem essa condição. Afinal, a solidão é mesmo um constante combate com a nudez da alma. 25/12/2008