O poeta enxerga a pequena luz
no final do túnel,
enxerga a cegueira da visão,
dá sentido á sua intuição.
Lê nas entrelinhas,
decifra sinais,
interpreta sentidos,
dilacera tabus,
cria e recria,
alivia a ortografia,
registra sua condição,
esboça sua alma
nua e crua. Traduz
essa agonia.
Mariana Junqueira
Um comentário:
Lindo poema!!! Caos altamente inspirador.
Bjs,
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