sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Poema Gestação

Eu estou grávida do meu livro, sinto as contrações. Minhas mãos suam frio expectativa que não cessa, adrenalina corre solta pelas frestas de minhas veias, minha verve clama pelo choro do meu parto. Um ser poesia coabita meu ventre, se nutre da minha alma, respira o meu oxigênio, sobrevive de meus devaneios Mariana Junqueira 11/09/2009

Um comentário:

candida disse...

Nao quer dar esse poema para mim nao?! Me passar os direitos autorais?! Por que eu adoraria tê-lo escrito...hshshs...
Beijo grande, Candida :)