Eu estou grávida
do meu livro,
sinto as contrações.
Minhas mãos suam frio
expectativa que não cessa,
adrenalina corre solta
pelas frestas de minhas veias,
minha verve clama pelo choro
do meu parto.
Um ser poesia
coabita meu
ventre,
se nutre da minha alma,
respira o meu oxigênio,
sobrevive de meus devaneios
Mariana Junqueira
11/09/2009
Um comentário:
Nao quer dar esse poema para mim nao?! Me passar os direitos autorais?! Por que eu adoraria tê-lo escrito...hshshs...
Beijo grande, Candida :)
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