Meus olhos também estão nas escápulas. Nada me escapa. O sentir percorre o meu corpo e dá luz e sentido ao lirismo mais exato. Te quero no ato. Ouse adentrar meus abstratos. Sorria perante meus lapsos. Faça de meu corpo, sua obra de arte. Alto lá ! não o faça a sua morada. Eis que para adentrá-la tem que cultivar o merecimento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário