Hoje passei parte do dia pensando no cio das águas. No fluir dos mananciais que habitam o planeta. O fluxo contínuo do que concebemos por perfeição da natureza. Cavalos e éguas galopantes em campos vastos. Predador e presa. Ciclo da vida, lei da ambivalência da existência. Imaginei inclusive, como terá sido o sexo dos felinos em pleno alvorecer. O grito do prazer. A fuga dos búfalos. As estratégias animalescas bélicas e a luta pela sobrevivência. As urgências mundanas me sensibilizam de tal maneira, que me convenço cada vez mais ,de que sérias mudanças devem ocorrer. A maneira a qual lidamos com o meio em que vivemos, é um reflexo do nosso mundo interior. O descaso, o egocentrismo e a impunidade precisam ser combatidos. Há muito tempo que a NATUREZA dá os sinais. O fôlego dela está a cada minuto, a cada ação humana, menor. Há um choro doído, sufocado: bem aqui, no planeta TERRA. MBJ
Um comentário:
Por vezes, o que se toca com os pensamentos está além do que é tocado com as mãos...
Espaço lindo e liricamente fabuloso, o seu.
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