Nietzsche dizia que no mundo da arte e da filosofia, o Homem trabalha para uma imortalidade do intelecto. E eu concluo que no mundo da poesia e da arte, o Homem trabalha para uma imortalidade da alma.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Bola Imensa e Vazia
As pessoas precisam de motivos para viver e para existir. Elas buscam soluções para o ócio, encontram no trabalho meios de sobrevivência, de satisfação e auto estima. É preciso suportar, sobreviver o mundo material, o dia a dia da vida. É necessário criar, improvisar e se aperfeiçoar. Por isso é um renovar diário e constante
A vida é uma bola imensa e vazia, cada um tem a opção de encher essa bola até o topo ou nem tanto. O sujeito se constituí a partir de sua existência.
23 e 27/12/07
domingo, 30 de dezembro de 2007
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
O Tu O Nadie
Essas mãos que me guiam pelas estradas da vida
Essa voz que me aconselha a acreditar no mistério da existência
Esses olhos que enxergam a minha alma
Se eles não existissem
Eu os inventaria
Igual a fantasia inventa o sonho
Afinal, o que seria do Homem sem
Os sonhos?
30/11/07
http://www.youtube.com/watch?v=mraMpy8glpM
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Humano, demasiadamente humano
O titulo sugere uma idéia de fragilidade do ser humano. Quando observo o Homem e analiso os mais genuínos detalhes desse ser, noto uma grande fragilidade por trás de uma armadura que a vaidade, a auto-estima, a sociedade e a cultura sustentam. Essa armadura é na verdade uma defesa, uma maneira de auto-proteção e até mesmo uma forma de perpetuar a espécie.
Humano, demasiadamente humano, remete a essa noção de fragilidade do Homem e o tanto que ele é falível e por vezes, até mesmo vulnerável. É frágil porque é um animal que sente e que pensa; é domesticado e civilizado porque é inserido na sociedade.
No entanto, a modernidade é marcada por uma forte tendência á individualização e algumas vezes essa individualidade trás solidão e então, esse sujeito é exposto ás mais profundas fragilidades e se dá conta de que ele não é onipotente, não é onipresente e muito menos onisciente. Ele é sim um ser em constante evolução. Humano, demasiadamente Humano.
3/12/07
sábado, 24 de novembro de 2007
Música
O estilo depende do momento e do propósito. Mas sempre aquela música que me faça voltar ao passado e me faça reviver sensações e emoções. Que me proporcione tamanha criatividade para sonhar, lembrar e perpetuar memórias. A música deve proporcionar um aconchego para a alma e um refúgio para as emoções.
24/11/07
domingo, 18 de novembro de 2007
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