Nietzsche dizia que no mundo da arte e da filosofia, o Homem trabalha para uma imortalidade do intelecto. E eu concluo que no mundo da poesia e da arte, o Homem trabalha para uma imortalidade da alma.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Te Quiero Con El Alma
Quiero tenerte muy cerca
A la hora que yo quiera
Te detengo
Quiero mirar en tus ojos
Verte junto a mi
Y sentir que es parte
De mi existir
No puedo estar sin ti
20/1/08
Por Mariana Junqueira sempre
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
TEMPO
Não sei se estou perto ou longe demais
Se peguei o rumo certo ou errado
Tempo tempo tempo
Autor de destinos
Mentor de momentos
Tempo tempo tempo
Cura feridas
Cria expectativas
Tempo tempo tempo
Renova vidas
Conta histórias
Orienta nosso caminho
Responde nossos questionamentos
Tempo tempo tempo
Até quando haverá tempo?
09/01/08
Solidão
A solidão é um corpo a corpo
Com a nudez da alma
A alma que transgride
A alma que agride
Que ousa enfrentar
Os labirintos do ser
E que alcança
Correntezas do saber
27/12/07
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Bola Imensa e Vazia
As pessoas precisam de motivos para viver e para existir. Elas buscam soluções para o ócio, encontram no trabalho meios de sobrevivência, de satisfação e auto estima. É preciso suportar, sobreviver o mundo material, o dia a dia da vida. É necessário criar, improvisar e se aperfeiçoar. Por isso é um renovar diário e constante
A vida é uma bola imensa e vazia, cada um tem a opção de encher essa bola até o topo ou nem tanto. O sujeito se constituí a partir de sua existência.
23 e 27/12/07
domingo, 30 de dezembro de 2007
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
O Tu O Nadie
Essas mãos que me guiam pelas estradas da vida
Essa voz que me aconselha a acreditar no mistério da existência
Esses olhos que enxergam a minha alma
Se eles não existissem
Eu os inventaria
Igual a fantasia inventa o sonho
Afinal, o que seria do Homem sem
Os sonhos?
30/11/07
http://www.youtube.com/watch?v=mraMpy8glpM
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Humano, demasiadamente humano
O titulo sugere uma idéia de fragilidade do ser humano. Quando observo o Homem e analiso os mais genuínos detalhes desse ser, noto uma grande fragilidade por trás de uma armadura que a vaidade, a auto-estima, a sociedade e a cultura sustentam. Essa armadura é na verdade uma defesa, uma maneira de auto-proteção e até mesmo uma forma de perpetuar a espécie.
Humano, demasiadamente humano, remete a essa noção de fragilidade do Homem e o tanto que ele é falível e por vezes, até mesmo vulnerável. É frágil porque é um animal que sente e que pensa; é domesticado e civilizado porque é inserido na sociedade.
No entanto, a modernidade é marcada por uma forte tendência á individualização e algumas vezes essa individualidade trás solidão e então, esse sujeito é exposto ás mais profundas fragilidades e se dá conta de que ele não é onipotente, não é onipresente e muito menos onisciente. Ele é sim um ser em constante evolução. Humano, demasiadamente Humano.
3/12/07
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