quarta-feira, 23 de novembro de 2011

AUTONOMIA DO DESEJO

Ás vezes sinto vontade de me entregar ao sexo oposto de maneira selvagem e despretensiosa. Ignorando tabus sociais, dogmáticos e culturais. Coito sem semideuses, apenas cópula carnal. Sexo sem propriedade. Um brinde à renuncia hierárquica. Não é apologia ao bacanal nem mesmo à libertinagem, é um reconhecimento ao instinto primitivo e sensorial.

2 comentários:

Claudia Tonelli disse...

É o que queremos...não passa por algo moral, mas acho que amo o Amor........(o que não mr impede de gozar- no sentido amplo-sem ele!)

Mariana Junqueira disse...

Com certeza.