Nietzsche dizia que no mundo da arte e da filosofia, o Homem trabalha para uma imortalidade do intelecto. E eu concluo que no mundo da poesia e da arte, o Homem trabalha para uma imortalidade da alma.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
PÊNDULO DO TEMPO
Tenho contado para as horas
que desfilam dispersas pelo meu dia, os sabores dos beijos que compartilhei.
Revelo para os muros e paredes, os amores mutantes,
as bocas estreiantes, robustas e ávidas por desejos
de outrora.
Confesso para as inconstâncias do tempo, as urgências
de um amor interrompido. Em trajes de distâncias,
flerto com as reticências do acaso, os significados.
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