quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Bagagem Atemporal

Carrego cá em minhas costas a bagagem atemporal do meu viver Meus caminhos registram os desertos que atravessei e também os oásis que contemplei Meu corpo físico-carnal em harmonia com o anímico transluz os territórios que desbravei Sou peregrina Sou também essa metamorfose Em constante transformação 20/8/2009

2 comentários:

Lago Mudo disse...

Neste momento identifico-me muito com este teu belo poema. Obrigado pela luminosidade do teu canto. E parabéns pelos outros, especialmente o "Ego Exposição", do qual gostei muito (apesar da imagem perturbadora).

Pedro Poeta disse...

Parece algo de Raul com Djavan e uma pitada de um universo cigano!!! Muito bom!!!