Carrego cá em minhas costas a bagagem
atemporal do meu viver
Meus caminhos registram os desertos
que atravessei e também os oásis
que contemplei
Meu corpo físico-carnal em harmonia
com o anímico
transluz os territórios
que desbravei
Sou peregrina
Sou também essa metamorfose
Em constante transformação
20/8/2009
2 comentários:
Neste momento identifico-me muito com este teu belo poema. Obrigado pela luminosidade do teu canto. E parabéns pelos outros, especialmente o "Ego Exposição", do qual gostei muito (apesar da imagem perturbadora).
Parece algo de Raul com Djavan e uma pitada de um universo cigano!!! Muito bom!!!
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